ANEXO III.
ICONOGRAFIA TEMÁTICA
Um tendão é uma fita ou cordão fibroso, formado por tecido conjuntivo, graças ao qual os músculos se inserem nos ossos ou nos outros órgãos. Os tendões são estruturas fibrosas, com a função de manter o equilíbrio estático e dinâmico do corpo, através da transmissão do exercício muscular aos ossos e articulações. (Iconografia A2)

(Iconografia A3.1)

(Iconografia A3.2)

(Iconografia A3.3)
Macrófago.
Tanto no campo da hematologia médica, como em particular no estudo da
célula, citologia, chamam-se macrófagos
as células de grandes dimensões do tecido conjuntivo(1), ricos em lisossomas(2), que fagocitam elementos estranhos ao corpo.
Os macrófagos derivam dos monócitos do sangue e de células conjuntivas
ou endoteliais. Intervêm na defesa do organismo contra infecções.
Também são ativos no processo de (3)involução fisiológica de alguns órgãos.
É o caso do útero, que, após o parto, sofre uma redução de volume,
havendo uma notável participação dos macrófagos nesse processo.
(1)Tecido conjuntivo ou tecido conectivo
caracteriza-se por apresentar células distanciadas entre si, em maior ou menor
grau.
Também se refere ao grupo de tecidos orgânicos responsáveis por unir,
ligar, nutrir, proteger e sustentar os outros tecidos. Vista ao microscópio,
suas células são diversificadas e estão espalhadas por uma matriz extracelular
composta por substância fundamental e uma fibra.
Definimos como matriz extracelular à massa que une as células dos
animais e que é composta de colágeno, proteoglicanos, glicoproteínas e
integrinas, segregadas pelas próprias células.
Para além de permitir a migração das células durante o desenvolvimento
embrionário, esta matriz é também um fator de coesão e de flexibilidade do
corpo dos animais (ROBERTS,
Eduardo de et al. Bases da Biologia celular e molecular: matriz extracelular.
4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004; JUNQUEIRA, Luis C. e CARNEIRO,
José. Histologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004; http://blogelseviersaude.elsevier.com.br/medicina/tecido-conjutivo-funes-gerais-e-matriz-extracelular/ http://biologia.ifsc.usp.br/bio1/apostila/bio1_parte_04.pdf)
Tecidos conjuntivos propriamente ditos
tingidos com hematoxilina e eosina, visto ao microscópio.
O tecido conjuntivo é rico em fibras
colágenas e substância amorfa, ao contrário dos outros tipos de tecidos que são
predominantemente compostos por células.
Tecidos conjuntivo frouxo é aquele que possui
muita substância fundamental e poucas fibras.
Considerando a nossa temática descrita acima, citaremos as várias
células em cada tecido conjuntivo:
Fibroblastos: Produzem fibras e a substância
fundamental e estão envolvidos na produção de fatores de crescimento;
Linfócitos: Um tipo de leucócito responsável por detectar a natureza do invasor
e a reação necessária para eliminá-lo;
Adipócitos: Armazenam gordura, formam grandes capas capazes de proteger
órgãos de impacto e do frio que também servem como fonte de energia, vitaminas
lipossolúveis e água.
Em parâmetro direto ao tema temos:
Macrófagos: Envolvem e digerem substâncias estranhas (fagocitose);
Mastócitos: Células responsáveis pelo
processo inflamatório, reações alérgicas e na expulsão de parasitas.
Plasmócitos: Produzem imunoglobulinas como resposta a partículas
estranhas (antígeno).
(2)Lisossomos ou e, lisossomas citoplasmáticas são organelas celulares que
têm como função a degradação de partículas vindas do meio extra-celular, assim
como a reciclagem de outras organelas e componentes celulares envelhecidos. Seu
objetivo é cumprido através da digestão intracelular controlada de
macromoléculas (como, por exemplo, proteínas, ácidos nucléicos,
polissacarídeos, e lipídios), catalisada por cerca de 50 enzimas hidrolíticas,
entre as quais se encontram proteases, nucleases, glicosidases, lipases,
fosfolipases, fosfatases, e sulfatases. Todas essas enzimas possuem atividade
ótima em pH ácido (aproximadamente 5,0) o qual é mantido com eficiência no
interior do lisossomo. Em função disto, o conteúdo do citosol é duplamente
protegido contra ataques do próprio sistema digestivo da célula, uma vez que a
membrana do lisossomo mantém as enzimas digestivas isoladas do citosol (essa
função é exercida, aparentemente, pelos carboidratos que ficam associados à
face interna da membrana), mas mesmo em caso de vazamento, essas enzimas terão
sua ação inibida pelo pH citoplasmático (aproximadamente 7,2) causando dano
reduzido à célula(,SILVA,
Professor César Augusto Venâncio da. BIOLOGIA CELULAR MEMBRANA PLASMÁTIC:
Fortaleza: Inespec Caee Ead, 2014. 57 slides, color, 22 X 15. Disponível em: .
Acesso em: 19 set. 2014. SILVA, Professor César Augusto Venâncio da. CURSO DE
EXTENSÃO EM BIOLOGIA CITOLOGIA – SETEMBRO DE 2014: Fortaleza: Inespec Caee Ead,
2014. 30 slides, P&B, 23 X 10. 1. MATERIAL PARA USO LIVRE NA OWC ÁFRICA.
Disponível em: . Acesso em: 19 set. 2014. SILVA, Professor César Augusto
Venâncio da. CURSO FARMACOLOGIA CLÍNICA VOLUME VI TOMO II: História, Normas
Legais Básicas, Dispensação de Medicamentos, Farmacocinética e Farmacodinâmica.
2. ed. Florianópolis: Bookkess, 2014. 777 p. (SÉRIE FARMACOLOGIA APLICADA)
(3)Involução é o processo de regressão orgânica
por meio de autólise. É comum em órgãos que regridem com a idade.
A autólise é o processo pelo qual uma célula se autodestrói
espontaneamente. É incomum em organismos adultos e normalmente ocorre em
células danificadas ou em tecido que foi lesionado. Na autólise, uma instabilidade da membrana
lisossômica causada por fatores físicos e/ou químicos promove a ruptura da
mesma, levando ao "derrame" enzimático que irá promover a digestão da
parte orgânica da célula e, consequentemente, destruição dessa.
AUTÓLISE POSITIVA (apoptose): é o fenômeno ligado à manutenção evolutiva
de uma determinada espécie. Exemplo: a autólise da cauda dos girinos. Iniciada
a metamorfose dos girinos, sinais químicos são emitidos para as células da
cauda levando os vários lisossomos a realizarem autólises sucessivas que irão
destruir as células e, consequentemente, a cauda do girino. Chegando a fase
adulta, as autólises são interrompidas, pois ocorre o término da metamorfose.
Ao destruir a cauda durante a metamorfose, aquilo que não foi digerido será
reaproveitado na reconstrução de um "novo" animal.
AUTÓLISE NEGATIVA: Exemplo: silicose. Trabalhadores de minas de carvão,
jazidas minerais, entre outros, podem aspirar o pó de sílica que, através das
vias respiratórias, chega aos pulmões. Rapidamente, macrófagos (células
fagocitárias do organismo) migram em direção aos pulmões e fagocitam o pó de
sílica que, acumulado no interior do lisossomo, promove sua ruptura, iniciando
o fenômeno da autólise que destruirá o macrófago. As enzimas, após atacarem os
macrófagos, atacam aos alvéolos pulmonares, provocando a silicose.
Nos organismos pluricelulares, esse fato pode ter algum valor no
processo de remoção de células mortas. A autólise reveste-se de grande
interesse como processo patológico. O excesso de vitamina A, por exemplo, pode
induzir a autólise em células ósseas e cartilaginosas, o que explica as
fraturas espontâneas nesses órgãos quando o organismo apresenta um quadro de
intoxicação por vitamina A.
Conclusivamente podemos dizer que a autólise ou
citólise corresponde à destruição da célula por liberação de enzimas no
citoplasma. Ela resulta da ruptura dos lisossomos no interior da célula,
liberando suas enzimas digestivas, o que leva à destruição da célula por
dissolução.
Nos organismos pluricelulares, a provável função desse processo, quando
não patológico, é a de remoção de células mortas. Sempre que ocorre morte de
alguma célula, instala-se a autólise, pela liberação de enzimas líticas do
interior da célula, que realizam a digestão dos tecidos. Se uma célula é lesada
ou agredida, ela pode se regenerar, mas existe um ponto de dano para o qual não
há mais retorno, e então se instala a morte celular.
A partir daí inicia-se a autólise. As enzimas são ativadas pelos íons
Ca++ presentes no citoplasma das células (ao sair das lisossomas). A autólise
cessa em determinado momento, com a entrada de uma quantidade excessiva de Ca++
na célula. Ocorre então a coagulação do citoplasma. Em situações patológicas,
podemos observar esse processo, por exemplo, no caso da silicose. Trata-se de
uma doença em que a inspiração de sílica leva à formação de um tecido fibroso
nos pulmões, com a conseqüente redução da superfície respiratória. O acúmulo de
sílica nos lisossomos afeta a estabilidade da membrana lisossômica. Isso pode
levar os lisossomos a agirem como "bolsas suicidas", derramando suas
enzimas no interior da célula, e, consequentemente, promovendo a autólise.
Os macrófagos têm característica afinidade de cooperação com os
linfócitos T e B. Possuem duas grandes funções na resposta imunitárias:
fagocitose e destruição do microrganismo; e apresentação de anfigênios.
Expressam numerosos receptores: para citocinas pró-inflamatórias; para
moléculas da parede bacteriana; para proteínas do complemento; para
imunoglobulinas; para moléculas de adesão.
Terminologia. Termos utilizados.
1.
Leucocitose: aumento no número total
de leucócitos.
2.
Leucopenia: diminuição do número total
de leucócitos.
3.
Plaquetopenia: diminuição do número
total de plaquetas
4.
Eritrocitose ou policitemia: aumento
do número de hemácias no sangue.
5.
Eritroblastemia: diminuição do número
dos precursores das hemácias.
6.
Trombocitopenia: diminuição do número
normal de plaquetas.
7.
Bicitopenia: diminuição em número de
duas populações celulares.
8.
Pancitopenia: diminuição em número das
três populações celulares.
9.
Desvio à esquerda: aumento do número
de bastões acima de 5/mm³, ou presença de formas mais imaturas como mielócitos
e metamielócitos.
10.
Linfocitose: aumento do número de
linfócitos.
11.
Linfopenia: diminuição do número de
linfócitos.
12.
Neutrofilia: aumento do número de
neutrófilos.
13.
Neutropenia: diminuição do número de
neutrófilos.
14.
Eosinofilia: aumento do número de
eosinófilos.
15.
Monocitose: aumento do número de
monócitos.
16. Basofilia:
aumento do número de basófilos.
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Medicina, Anatomia, Saúde
Você e seu sangue.
Autor: Bernardes, Heloisa.
Editora: HLB.
144. Temas:
Medicina, Anatomia, Saúde
O sangue nas doenças sistêmicas.
Autor: Greaves, Michael..
Editora: Manole.
145. Temas:
Medicina, Anatomia, Hematologia
Técnicas modernas em banco de sangue e
transfusão.
Autor: Figueiredo, José Eduardo
Ferreira de
Editora: Revinter
146. Temas:
Medicina, Anatomia, Hematologia
Você e seu Sangue
Autor: Bernardes, Heloisa Leoni
Editora: Hlb Editora
147. Técnicas
Modernas em Banco de Sangue e Transfusão
Autor: Harmening, Denise M.
Editora: Revinter
148. Técnicas
Modernas em Banco de Sangue e Transfusão.
A Resposta Está no Sangue
Autor: Stevens, Neil Editora: Isis
149. The Lymphatic System
(MedicalEngineer.co.uk)
150. Técnicas
Modernas em Banco de Sangue e Transfusão
Abc da Química Ácido - Básica do
Sangue.
Autor: Davenport, Horace W.
Editora: Atheneu SP.
151. Técnicas
Modernas em Banco de Sangue e Transfusão
Leucemias & Linfomas - Atlas do
Sangue Periférico.
Autor: Melo, Marcio.
Editora: Livraria Médica Paulista –
Lmp.
152. Técnicas
Modernas em Banco de Sangue e Transfusão
Manual de Transfusão de Sangue.
Autor: Chamone, Dalton de A. F.
Editora: Roca-Brasil.
153. Técnicas
Modernas em Banco de Sangue e Transfusão
O Sangue nas Doenças Sistêmicas.
Autor: Markis, Michael.
Editora: Manole.
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Modernas em Banco de Sangue e Transfusão
Por dentro do Sistema Imunológico.
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Farmacologia Clínica Especializada.
Um dos objetivos do professor especialista, mestre ou doutor na área da
FARMACOLOGIA CLÍNICA é através de cursos regulares, capacitar profissionais da
Área da Saúde (Medicina, Enfermagem, Odontologia, Psicologia, Farmácia,
Biomedicina, Fisioterapia e Educação Física) e das Ciências da Vida (Biologia)
em Farmacologia Clínica, bem como promover e estimular a prática da
Farmacologia Clínica nas instituições públicas e privadas, no intuito de
promover, proteger e recuperar a saúde dos usuários dos serviços de atenção à
saúde durante o tratamento de diferentes processos patológicos.
SILVA, 2014, SUBTOMO I páginas 137/38 explica que a “Farmacologia Clínica é uma
ciência que estuda as interações dos elementos fármacos com os diversos
sistemas biológicos do corpo humano. Essas interações podem ser benéficas, caso
dos efeitos terapêuticos dos medicamentos, como podem ser maléficas, nos casos dos
efeitos adversos ou reações adversas dos fármacos. A assistência profissional
em Oncologia/Cancerologia deve ser realizada por uma equipe multidisciplinar,
onde devem ser envolvidos o médico, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas,
fisioterapeutas, farmacêuticos, biomédicos e outros profissionais quando for o
caso. Deve-se ter em mente que o tratamento oncológico é sempre muito
individualizado, sendo que cada paciente tem uma característica própria. A
utilização de fármacos também deve seguir esse princípio da individualização,
por esta razão o tratamento é multidisciplinar”.
Tratamento Quimioterápico da Leucemia
Linfóide Aguda (LLA).
Nos Volume denominados SUBTOMOS I e II, desta série traz-se uma
abordagem pontual do tema quimioterapia. A quimioterapia utiliza medicamentos
anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento
sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas senão
também as células em condições fisiológicas (normais). De forma geral, a
quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos
possam ser administrados por via oral. (1)É muito importante conhecer o estadiamento
do câncer da leucemia, o conhecimento em questão pode fazer com que a
quimioterapia seja definida, podendo ser utilizada sozinha ou combinada com a
radioterapia.
A maioria dos tratamentos quimioterápicos não atinge as áreas do cérebro
e medula, por isso pode ser necessário injetá-la diretamente no líquido
cefalorraquidiano para interferir no processo patológico, matar as células
cancerosas nessa área.
A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento
seguido por um período de reestabelecimento funcional, o que podemos na prática
considerar um descanso do organismo, para permitir que o corpo possa se
recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas.
A quimioterapia para a leucemia linfocítica aguda utiliza uma combinação
de drogas antineoplásicas, administradas em três fases, geralmente ao longo
de 48 meses.
As drogas mais comumente usadas no tratamento da leucemia linfocítica
aguda incluem:
Vincristina.
Daunorubicina.
Doxorrubicina.
Citarabina.
L-asparaginase ou PEG-L-asparaginase.
Etoposido.
Teniposido.
6-mercaptopurina.
Metotrexato.
Ciclofosfamida(Aspectos difusos podem ser
avaliados nas páginas: 165, 243, 248, 249, 250, 251, 267 E 1252 do Livro I
Subtomo I -
http://www.bookess.com/read/20948-farmacologia-clinica-uso-racional-de-medicamentos-oncologia-drogas-quimioterapicas-subtomo-i-volume-i/)
Prednisona.
Dexametasona.
Possíveis Efeitos Colaterais.
Os quimioterápicos tem efeitos deletérios e não atacam somente as
células cancerosas, mas também células normais (tratamento sistêmico), o que
pode levar a efeitos colaterais. Os efeitos colaterais dependem do tipo de
fármaco - medicamento, da dosimetria administrada e da duração do tratamento.
Os efeitos colaterais comuns à maioria das drogas quimioterápicas podem
incluir:
Perda de cabelo.
Inflamações na boca.
Perda de apetite.
Náuseas e vômitos.
Diarreia.
Infecções.
Hematomas ou hemorragias.
Fadiga.
As infecções podem ser muito graves em pacientes em quimioterapia,
muitas vezes precisam ser administrados medicamentos conhecidos como fatores de
crescimento para ajudar na recuperação dos glóbulos brancos e reduzir a
possibilidade de infecção.
Se os glóbulos brancos estão muito baixos durante o tratamento,
recomendamos aos AGENTES DE SAÚDE que orientem os pacientes em domicílio a reduzir sua exposição aos riscos de
infecção limitando sua exposição a germes:
Lave as mãos com frequência.
Evite ingerir frutas frescas, cruas e
vegetais e outros alimentos sem a devida esterilização que possam reduzir os
riscos em potencial de germes.
Evite contato com flores e plantas.
Orientar os pacientes que sem segregação,
certifique-se de que outras pessoas lavem suas mãos antes de tocar diretamente
de forma íntima.
Evite multidões e contato com pessoas doentes.
No caso em que a contagem de plaquetas se mostre muito baixas pode ser
necessária a realização de transfusões de plaquetas para ajudar a proteger
contra sangramento. A fadiga causada pela anemia pode ser tratada com
medicamentos ou com transfusões de sangue.
Se ocorrerem efeitos colaterais graves, a quimioterapia pode ter que ser
reduzida ou suspensa por um curto período de tempo.
Como citado anteriormente “É
importante conhecer o estadiamento do câncer, em particular o da da leucemia”
O estadiamento do câncer (ou e, estágios do câncer) é a descrição
(geralmente em números de I a IV) da amplitude deletéria em relação ao quanto o
câncer já se espalhou pelo organismo. O estágio geralmente leva em conta o
tamanho do tumor, o quão profundo ele está penetrado, se já invadiu órgãos
adjacentes, se e quantos linfonodos entraram em metástase e se ele está
espalhado em órgãos distantes. O estadiamento do câncer é importante porque o
estágio no diagnóstico é um importante indicativo do prognóstico, planejamento
dos tratamentos mais adequados, previsão das possíveis complicações e, após o
tratamento, avaliação dos resultados das terapias. Podemos inda ampliar e
produzir a “prolixia”(a prolixidade aqui é necessária, pois trata-se como já comentado de um
livro com fins didáticos....” o livro tem uma prolixidade latente:
Característica de quem é demasiadamente longo e demorado para explicar algo.
Nossas edições se opõe-se ao discurso simplista, que vai direto ao ponto para
responder a uma questão). dizendo que o estadiamento do câncer consiste na
avaliação da extensão da doença. Esta avaliação tanto pode ser feita antes da
cirurgia, constituindo o chamado estadiamento clínico, quanto após a cirurgia
oncológica, constituindo o chamado estadiamento patológico. Estadiar um tumor
implica em conhecermos o quanto ele já avançou por ocasião do seu diagnóstico.
Especialmente no caso de tumores sólidos, quanto mais avançados for o estadio,
pior será o prognóstico do paciente. O estadiamento clínico dos tumores de
diversos órgãos baseia-se na classificação dos tumores malignos (TNM), proposta
pela União Internacional contra o Câncer (UICC). Essa classificação segue as
características de: tamanho do tumor, comprometimento ou não dos gânglios
(chamados de linfonodos), drenagem do órgão em que o tumor se localiza, e,
ainda, presença ou ausência de metástase à distância. No caso do estadiamento
clínico, todas estas características são avaliadas antes da cirurgia (o que
inclui exame físico e exames radiológicos). No caso do estadiamento patológico,
esta avaliação é feita com base na análise que o patologista faz do tecido retirado
cirurgicamente.



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